Quase a entrarmos na semana que dá início aos Santos Populares, a Junta de Freguesia de Benfica anuncia que, nos dias 13 e 27 de Junho, das 15h às 24h, haverá sardinhada e música ao vivo, no Ringue António Livramento.
domingo, 7 de junho de 2009
Santos Populares
Quase a entrarmos na semana que dá início aos Santos Populares, a Junta de Freguesia de Benfica anuncia que, nos dias 13 e 27 de Junho, das 15h às 24h, haverá sardinhada e música ao vivo, no Ringue António Livramento.
sábado, 6 de junho de 2009
Ainda não foi desta!...
Afinal, parece que ainda não foi desta que o Nº 44 da Rua Ernesto da Silva foi abaixo (como temíamos)!
O trânsito ficou, apenas, condicionado entre o lanço que vem da Rua dos Arneiros, que atravessa parta da Rua Cláudio Nunes e vem desembocar na Estrada de Benfica, precisamente ao lado desta casa, para se dar continuidade aos trabalhos de repavimentação das estradas de Benfica.
E os operários aproveitaram este local "idílico" (normalmente utilizado para estacionamento) para aí colocarem o seu "centro de operações".
O trânsito ficou, apenas, condicionado entre o lanço que vem da Rua dos Arneiros, que atravessa parta da Rua Cláudio Nunes e vem desembocar na Estrada de Benfica, precisamente ao lado desta casa, para se dar continuidade aos trabalhos de repavimentação das estradas de Benfica.
E os operários aproveitaram este local "idílico" (normalmente utilizado para estacionamento) para aí colocarem o seu "centro de operações".
domingo, 31 de maio de 2009
Em Recuperação...
O ano passado, encontrava-se assim, completamente votada ao abandono, revestida apenas pelas ervas que dela se iam apoderando...

Há alguns meses, começou a ser recuperada, à semelhança do que noutras casas daquele largo (da Benfica antiga) já se vai fazendo.
Pena é que os automóveis (e os seus donos), numa ânsia cega por estacionamento, continuem a tudo invadir!...
sábado, 30 de maio de 2009
1ª Feira de Artesanato da Escola Pedro de Santarém

Os folhetos de divulgação começaram a aparecer no início da semana passada, espalhados por todas as paredes de Benfica, e até mesmo junto a caixas de multibanco.
Ficou a curiosidade no ar. E, esta manhã, decidi por lá passar para dar uma espreitadela.
O ambiente que se vivia nesta primeira manhã da 1ª Feira de Artesanato da Escola Básica 2.3 de Pedro de Santarém era bastante agradável: os artesãos convidados a participar no pátio da escola, expondo os seus trabalhos (a troco de um pagamento quase simbólico), conversavam animados entre si, iam produzindo mais alguns artigos e sorriam para os visitantes.
Do outro lado do recinto, algumas crianças cantavam e tocavam guitarra, animando a manhã demasiado quente que se fazia sentir; enquanto outras vendiam os seus colares feitos de trapilho; e os pais e encarregados de educação tratavam da exposição e venda de pequenos bolos e guloseimas.
A 1ª Feira de Artesanato da Escola Pedro de Santarém foi organizada pela Associação de Pais da Escola E.B.1 Padre Álvaro Proença (a qual se encontra integrada no Agrupamento de Escolas de Pedro de Santarém ler a história desta escola aqui) e destina-se a angariar fundos para uma viagem de fim de ano lectivo memorável para estas crianças.
Se quer passar um bom bocado, ouvindo música e vendo o que por aí se vai fazendo de interessante a nível de artesanato (e contribuindo, também, para a viagem destas crianças), visite esta feira, que ainda estará aberta amanhã, das 11h às 18h.
Aproveitamos para aqui deixar os nossos sinceros parabéns a esta Associação de Pais pela excelente iniciativa (que demonstra grande empreendedorismo).
E fazemos votos para que, futuramente, se continue a dar continuidade à Feira, como forma de dinamizar a própria coesão social entre os habitantes da freguesia.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Janelas de Benfica - III
(por Alexandra Carvalho)
Nos tempos áureos da fotografia analógica, ter o rosto impresso em formato A5 papel brilhante no escaparate promocional da varanda do 1º andar esquerdo do Nº 6 da Rua Cláudio Nunes, era , sem dúvida alguma, o supra sumo da vida de qualquer criança nascida na década de 70.
Nesse andar funcionava (e penso que ainda funciona, mas com menos frequência) a "Foto - Águia de Ouro", uma verdadeira "instituição" na freguesia de Benfica, onde todas as crianças eram religiosamente levadas, em particular, pelos seus avós, para tirarem aquelas fotografias da praxe na época dos baptizados, aniversários, comunhões solenes, crismas e outros eventos que tais.
Recordo-me que, na minha família, essa tradição de perpetuar em formato papel as nossas memórias chegou ao cúmulo de, todos os anos, por altura do meu aniversário e do meu irmão, termos que visitar a "Foto - Águia de Ouro", para irmos "tirar o retrato".
A tradição, neste contexto específico, assumiu, assim, durante anos a fio, o travo de uma agonizante e amarga experiência, uma vez que nenhum dos dois gostava de ser fotografado... Em especial quando nos pediam, insistentemente, para que colocássemos a cabeça nesta ou naquela posição, e esboçássemos o sorriso idealmente perfeito (de acordo com os parâmetros da senhora de meia idade, cabelo alvo e sorriso extremo, que nos fazia permanecer minutos a fio estáticos em frente ao enorme chapéu-de-chuva prateado de onde saía o flash que nos encandeava os olhos).

Depois tínhamos que aguardar uma semana inteira para que saíssem as provas das fotografias, correndo o risco de termos que repetir semelhante experiência, caso tivéssemos ficado a "fazer boquinhas", como a tal senhora costumava dizer, ou o sorriso não estivesse em condições... e a fotografia não pudesse, dessa forma, ser exposta na varanda da loja, a todos os vizinhos e transeuntes que por ali passassem.
Resta dizer que, apesar de, actualmente, considerar que esta tradição familiar foi bastante interessante como conceito (já que, ao fim de um certo tempo, dava para irmos verificando as nossas transformações físicas, através de todos os retratos tirados), o facto é que a ela e à "Foto - Águia de Ouro" se ficou a dever o meu completo desagrado em ser, hoje em dia, fotografada.
Apesar disso, relembro com muito carinho a atenção e interesse que já nessa altura sentia por toda a parafernália de equipamento técnico que a arte da Fotografia envolvia: de entre os quais destaco os infindáveis fundos matizados, que se escondiam por detrás de um exímio sistema de estore articulado, que a senhora manejava sempre com enorme perícia, perante o nosso olhar incrédulo.
Esta tarde, quando passei em frente à varanda do 1º andar da "Foto - Águia de Ouro", ao ver aquelas 8 fotografias de crianças, desvanecidas pelo sol, senti uma réstia de saudade por esses outros tempos, pela sensação de ansiedade com que ficávamos a aguardar, durante quase uma semana, pela visualização de uma simples fotografia.
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