domingo, 2 de dezembro de 2012

Acção de Natal do BPI (agência da Av. do Uruguai) a favor das Crianças Refugiadas




(por Alexandra Carvalho)



Direitos de autor da imagem: Conselho Português para os Refugiados (2009)




No âmbito da parceria que esteve na base da construção do primeiro Centro de Crianças Refugiadas ("Não-acompanhadas") em Portugal, o banco BPI desenvolve, entre os dias 3 e 17 de Dezembro, uma Acção de Natal, na sua agência da Av. do Uruguai - nº 26 A/B, que visa angariar prendas de Natal para oferecer às crianças refugiadas (entre 1 mês e 12 anos) apoiadas pelo Conselho Português para os Refugiados.

A partir de amanhã (03/12/12), nesta agência bancária da nossa freguesia, existirá uma árvore de Natal, decorada com quadrados com a flor do logótipo do banco e em cada quadrado estará escrita a idade e o sexo de uma criança refugiada.

Os colaboradores do banco, clientes e público em geral poderão retirar um ou mais quadrados da árvore, adquirir o/s presente/s e entregá-los nessa mesma agência bancária até ao dia 17/12/12.

Convém que em cada embrulho de presente venha, também, indicado a que criança (sexo e idade) se destina a prenda, para que seja mais fácil ao
Conselho Português para os Refugiados efectuar a distribuição destes donativos.



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Mostra de Produtos Regionais da Serra da Estrela e Doçaria Conventual




(texto e imagens de Junta de Freguesia de Benfica)







No próximo domingo, dia 2 de Dezembro, no Mercado de Benfica, recebemos uma mostra de Produtos Regionais da Serra da Estrela e Doces Conventuais do país.

Não falte!



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

"Poetas Sem Rede" - Serão Poético no ESPAÇO ULMEIRO




Fotografia de Alexandra Carvalho (2011)



Amigas, Amigos,

Na próxima 6ª feira, dia 30/11, às 21,30h realizamos mais uma Sessão Cultural no nosso (e vosso!) Espaço Ulmeiro.

Desta vez será uma Sessão de Poesia - "POETAS SEM REDE" - e contará com com a presença de Elsa Noronha que dirá poemas de Elsa Noronha, Maria Augusta de Sá, Noémia de Sousa, Rui de Noronha e de José Craveirinha.

E ainda Ana Tabarra que dirá "Cantiga, Partindo-se" (Cancioneiro Geral) e "Fanatismo" (Florbela Espanca); Ana Neta: "Indefinido" (Manuela Baptista) e "De Tarde" (Cesário Verde); Ilda Poças: "À tarde na Ilha" (Maria de Passos) e "Asas que não voaram" (Virgílio Chaves de Lemos); Ana Esteves: "Saudades" (Manuela Baptista) e "Testamento" (Alda Lara); Manuela Baptista: "Ode ao Futebol" (Tóssan) e "Vives de Sonhos" (Manuela Baptista); Lourdes Almeida Peliz: "O SER: EU" (Lourdes Almeida Peliz).

Como sempre pedimos que, se desejarem estar presentes, nos confirmem por mail atendendo a que só podemos garantir cerca de 35 lugares sentados.

Contamos consigo!



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Biblioteca de Benfica





(por Vítor Vieira)




Biblioteca de New South Wales, em Sydney (Austrália)
Fotografia de Chanc (disponível aqui)




Sem eu saber, o dia estava carregado de tons plúmbeos e chovia muito lá fora, a cântaros. Sim, porque neste dia, ao contrário do habitual numa qualquer manhã, não acordara às 7h30, deixara-me dormitar um pouco até mais tarde. Vou contar-vos o motivo desse prolongamento na cama, da qual parecia não querer largar.

Logo, ao início da noite, comecei a sonhar, ainda acordado, que já estava em construção a biblioteca de Benfica, no espaço da antiga fábrica “Simões”, aqui ao lado de minha casa.

Era um espaço térreo, muito grande, ao qual apenas tinha ido uma vez. Desta vez, os meus olhos já viam máquinas, operários, paredes a serem construídas e muito movimento. Era o princípio da construção da nossa almejada biblioteca.

Depois de pegar efetivamente no sono e, talvez, de cair nas delícias de Morfeu, eis que repego o tema da biblioteca de Benfica, chegando ao ponto de começar por visualizar a porta de entrada, para mim a última fronteira entre a vigília e o sono . Tratava-se daquela porta que está virada para a Avenida Gomes Pereira, tendo sido habilmente reconstituída em ferro forjado, rica em pequenos pormenores decorativos, na sua maioria florais, e pintada de um verde mate. Essa porta conduzia-nos a uma ampla sala, excelentemente iluminada por uma claraboia e amplas janelas que quase tocavam no pé-direito, que servia de receção.
Era ali, que, em fila quase indiana, se alinhavam cerca de 20 a 30 pessoas, estoicamente à espera de chegar à sua vez para serem atendidas por três jovens moçoilas, que exibiam largos sorrisos inspiradores de serenidade e muita tranquilidade.

Sem pretender ficar na ordem ali previamente estabelecida, resolvi ir desbravar outras salas que me esperavam.

Eis então que cheguei à sala das crianças, onde as cores eram muito mais do que as do arco-íris, e havia cerca de 10 a 15 crianças: umas lendo, outras folheando somente livros, outras pespegadas à tv a verem vídeos e apenas cerca de 2 a ouvirem músicas com uns enormes auscultadores, também eles muito coloridos.

Num ápice, passei à sala de leitura de jornais e revistas. Aí, parecia reinar o silêncio e a meditação e anteviam-se os ares circunspectos dos seus leitores, na sua maioria pessoas mais velhas, nas quais se contavam mais do que um bom punhado de reformados.

Mais por uma questão de curiosidade, fiz uma incursão à casa de banho, a qual, sendo espaçosa, para além do ar que se renovava por uma janela exterior, respirava o asseio típico de uma obra recentemente inaugurada.

Em passo apressado, dei de caras com a gigantesca sala dedicada a toda a espécie de livros, desde romances (nacionais e estrangeiros), biografias, dramas, banda desenhada; enfim uma miríade de livros ao alcance de qualquer mão e espírito aberto às delícias da leitura, onde pontuavam, dispersos, uns apetitosos sofás.

Por fim, e quase transportado por um passo de magia, divisei uma esplanada exterior, com um ligeiro ar intimista, onde, indiferentes à chuvinha miudinha que ainda se fazia sentir, se viam e riam alegremente uns quantos pares de namorados abraçados a livros e revistas.

Acordei sobressaltado!

Rapidamente enxerguei uns quaisquer trapitos e, sem nada dizer a ninguém em casa, fui a correr para ver a biblioteca de Benfica.

Esbaforido, cheguei ao local, tendo encontrado as mesmas ruínas de sempre



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Contributos para o Blogue





(por Alexandra Carvalho)






Direitos de autor da imagem: "Retalhos de Bem-Fica" (2012)



O "Retalhos de Bem-Fica" é um blogue comunitário sobre a freguesia de Benfica, em que discorremos sobre o Passado e Presente, como forma de valorização da nossa memória colectiva, contribuindo, assim , para uma maior coesão social e participação cívica.

Caso queira colaborar connosco (com temas para artigos, envio tde textos e/ou fotografias), escreva-nos para: palavraseimagens@gmail.com