sexta-feira, 11 de abril de 2014

Cão desaparecido na iniciativa "Cat & Dog Lovers"






(por Alexandra Carvalho)



No dia 15/03/14, a Junta de Freguesia de Benfica organizou a iniciativa "Cat & Dog Lovers", na Mata de Benfica, tendo como mote a campanha "Toma lá o teu cocó!" (que nem sequer chega a ser original, dado que já foi antes implementada por uma autarquia espanhola), num dia com imensas actividades para cães e gatos (como foi amplamente divulgado), mas que, afinal, eram só actividades para cães.

Este evento contou com a presença da Casa dos Animais de Lisboa (vulgo Canil/Gatil Municipal de Lisboa), que levou até à Mata de Benfica alguns cães para serem doados para adopção.
Um desses cães, infelizmente, fugiu do local nesse mesmo dia. 



Direitos de autor da imagem original - Junta de Freguesia de Benfica (2014)
Adaptação de imagem



Apesar do ocorrido, não foi colocado nenhum folheto ou apelo com a foto do animal na zona envolvente (ou, sequer, na internet), nem pela Junta de Freguesia de Benfica, nem pela Casa dos Animais de Lisboa (o que, certamente, daria muito mais hipóteses de o animal ser encontrado).

E, quando questionada publicamente na sua página de Facebook sobre este episódio, a resposta da Junta de Freguesia de Benfica foi a seguinte:

"Cara Alexandra Carvalho , o cão da Casa dos Animais da CML, que fugiu no dia deste evento, ainda não foi recuperado pelos encarregados e veterinários da Casa dos Animais que desde o dia do evento foram várias vezes ao local e têm estado atentos à situação. Uma vez que nos últimos 10 dias o cão não tem sido avistado na zona, nem foi apanhado na via pública, e dado o seu perfil de cão pequeno, dócil e bonito, os técnicos da Casa dos Animais da CML acreditam que a maior probabilidade é a ter sido apanhado por alguém que pode ter ficado com ele. Caso tenha alguma informação sobre este assunto, ou conheça alguém que possa ajudar a encontrar o cão, por favor contacte a Casa dos Animais ( tef. 218 172 300 ou casa.dos.animais@cm-lisboa.pt)."

De probabilidades vivem as apostas no Euromilhões, é o que dá vontade de dizer!!!!

O referido cão foi ontem (10/04/14) - passado um mês da sua fuga - apanhado, muito fraco e extremamente doente (derivado da situação que viveu e de não ter sido socorrido a tempo; a colocação de folhetos na zona envolvente teria, certamente, alertado mais moradores e evitado uma situação de extrema vulnerabilidade para o animal).

Só é pena, de facto, que, quando a Junta de Freguesia decide fazer iniciativas deste género - para "branquear" a sua imagem em relação a outras atitudes para com animais, em especial gatos (vide o caso da gaiola para a colónia de gatos, criada na Mata de Benfica) - não tenha os devidos cuidados para precaver o bem-estar dos animais!...
Mas, infelizmente, está mais que visto (por este caso e não só!) que os motivos que levam alguns políticos e autarcas a realizarem actividades com animais, não se prende, de modo algum, com o respeito pelos animais. Deplorável!!!!





Os gatos não vivem em gaiolas!...






(por Alexandra Carvalho)



Na Mata de Benfica, vulgo Parque Silva Porto, vivem, há longos anos, diversos gatos (colónia de gatos essa que foi, devidamente legalizada ao abrigo do Programa Captura, Esterilização e Recolocação - CER da Câmara Municipal de Lisboa). 
Estes gatos eram alimentados e tinham abrigos na fachada principal da Mata, tendo sido aprovada nesse local a colónia pelo Canil/Gatil Municipal de Lisboa. 

No entanto, no Verão passado, com a desculpa de que iriam efectuar obras de reparação no gradeamento da Mata, a Junta de Freguesia de Benfica solicitou aos protectores desta colónia, assim como à pessoa que tem tentado implementar em Benfica um projecto de esterilização e legalização das colónias de gatos de rua, que estes abrigos fossem deslocalizados (tendo sido aprovada a solução alternativa proposta pela Junta de Freguesia). Como se viria a verificar meses mais tarde, esta solução alternativa não era a ideal, na medida em que a casota criada pela Junta de Freguesia de Benfica (assim como o local escolhido) não ofereciam qualquer tipo de protecção aos gatos. 






Fotografias de Alexandra Carvalho (2014)



Alertada para o assunto, e sem contactar qualquer dos envolvidos com a protecção desta colónia de gatos, a Junta de Freguesia de Benfica criou a gaiola que apresentamos nas fotos abaixo (supostamente para abrigar e alimentar os referidos gatos - quando qualquer pessoa que lida diariamente com estes animais sabe que os mesmos não vivem em gaiolas, nem tão pouco os abrigos para gatos de rua são feitos desta forma), onde se destaca uma placa sobre a protecção "(...) dos nossos gatinhos"



Fotografia de Alexandra Carvalho (2014)




Conclusão da estória...
Não só esta gaiola é altamente perigosa para os gatos (não se compreende sequer como é que os mesmos lá conseguem entrar; e, em caso de conseguirem entrar, se houver uma luta entre 2 gatos dentro da gaiola, ao tentarem fugir, os animais poderão ferir-se gravemente), como, graças à plaquinha em questão, nas últimas semanas, têm vindo a ser abandonados no local alguns gatos.




quinta-feira, 3 de abril de 2014

DISCUSSÃO PÚBLICA - Revisão da Proposta do Plano de Pormenor da Zona Envolvente do Mercado de Benfica




(Texto e Imagem de Câmara Municipal de Lisboa)






Informam-se os interessados que a Câmara Municipal de Lisboa, na Reunião de 26 de fevereiro de 2014, deliberou proceder à abertura de um período de discussão pública com 1 sessão pública, da Revisão da Proposta do Plano de Pormenor da Zona Envolvente do Mercado de Benfica


O período de discussão pública decorre de 3 de abril a 7 de maio.

Os interessados poderão consultar a Proposta de Plano e demais documentação, bem como os locais, dias e horas onde terão lugar as sessões públicas neste sítio da internet da CML ou nos locais a seguir identificados: 
- Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) sito no Picoas Plaza, na Rua do Viriato n.º 13 a n.º 17;
- Centro de Documentação, sito no Edifício Central da CML, no Campo Grande, n.º 25, 1.º F;
- Junta de Freguesia de Benfica sita na Avenida Gomes Pereira, nº 17. 

A formulação de reclamações, observações ou sugestões, deverão ser feitas por escrito, até ao termo do referido período e dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, utilizando, para o efeito, o impresso próprio que pode ser obtido nos locais acima referidos ou na página de Urbanismo deste sítio da internet ou, ainda, através do endereço eletrónico dmprgu.dpru.dpt@cm-lisboa.pt."



NOTA:

- Consultar aqui a Proposta de Plano e demais documentação;

- Consultar aqui o impresso próprio para reclamações, observações ou sugestões.













quinta-feira, 27 de março de 2014

“Passarinho-Moni” - O lendário passarinheiro-mor da freguesia de Benfica




Todos os direitos reservados @ Fausto Castelhano, "Retalhos de Bem-Fica" (2014)



(por Fausto Castelhano **)



Cidadão respeitadíssimo e incontornável no seio da comunidade de Benfica, Passarinho-Moni tornou-se, no transcorrer de longos anos de traquejo na sua actividade dominante, insigne mestre na arguta arte de “armar ao ramo”, método eficiente com que lograva caçar alguns pássaros silvestres bastante comuns da fauna estremenha, aves canoras de pequeno porte e que facilmente se adaptavam em ambientes de cativeiro: tentilhões e milheirinhas, verdilhões, lugres e pintassilgos, onde com mais ou menos êxito, poderiam acasalar com canários dando origem a espécies híbridas muito interessantes. 



Debulhadora/enfardadeira movida a vapor e ainda utilizada até aos anos 40/50 do século XX nas freguesias do Termo da Cidade de Lisboa (Foto Wikipédia


A arte de “armar ao ramo”, modalidade outrora bastante difundida nas freguesias do chamado Termo da cidade de Lisboa praticava-se numa época do ano bastante precisa, balizada entre o período final das colheitas de cereais cultivados na região, principalmente trigo e aveia (debulha das espigas/enfardamento da palha) e logo depois, quando caíam as primeiras chuvadas de Setembro/Outubro, ou seja, coincidindo com os trabalhos da “lavra” e a preparação dos solos agrícolas visando as sementeiras de Inverno.


A “lavra” com charrua e junta de bois na preparação dos solos para as sementeiras de Inverno, faina agrícola bastante comum até às décadas de 40/50 do século XX nas freguesias do Termo da Cidade de Lisboa
(Foto Wikipédia


O processo de “armar ao ramo” exigia quatro elementos essenciais: produto pegajoso (visco), pequeno ramo de árvore, hastes fininhas de qualquer arbusto ou caruma de pinheiro e, por fim, um pássaro cantante adequado à função de “chamariz” (tentilhão ou pintassilgo e, ainda, a milheirinha. 
Segundo os entendidos na matéria, o tentilhão e o pintassilgo eram considerados os “chamarizes” por excelência. 
Apenas eram utilizadas dois tipos de “visco” e a sua preparação requeria alguns conhecimentos técnicos sobre o assunto. Assim, recorria-se a pedaços de “sola de Ceilão” que depois de lançados num qualquer recipiente metálico e derretidos em lume brando, convertia-se numa cola bastante eficiente. A outra opção, a arjunça: substância glutinosa extraída por incisão do caule de uma conhecida variedade de cardo, o “cardo do visco” (carlinga gommifera). 
Quanto ao ramo, escolhia-se uma pequena pernada de oliveira e que seria fixada no solo e em local propicio por onde a passarada no seu esvoaçar nas suas rotas, passaria por perto… Previamente besuntadas de visco, as finas hastes seriam colocadas de forma dissimulada por entre a folhagem do ramo com uma tal perspicácia que inadvertidamente quase obrigava os passarinhos a pousar sobre as hastes aderentes.


O “cardo do visco” (carlinga gommifera), variedade de cardo onde por intermédio de incisão no caule se extrai a arjunça, substância glutinosa que se utilizava na caça aos pássaros na especialidade de “armar ao ramo”. 
(Foto Wikipédia


Então, quando a época de Estio se aproximava do fim e os jovens passarinhos saídos da última postura adquiriam total autonomia e voejavam em bando por todo o lado, também chegava o momento do infatigável Passarinho-Moni entrar em frenética actividade. 

-Tocaram o sino do portão, vai lá ver quem é… 
- É p’ra já, mãe!  
- Ah! É o Sr. António… 
- Boa tarde, o pai está?  
- Está, sim, Sr. António. Já dormiu a sesta e agora foi lá p’ra cima. Deve estar na adega ou então, foi medir o leite. O vaqueiro acabou de mungiu as vacas. Venha daí… 
- Boa tarde, Sr. Augusto. Amanhã, bastante cedinho posso “armar ao ramo”? 
- O Sr. António esteja à vontade. Venha sempre que quiser e arme o ramo onde entender.


Ramo de oliveira, visco e chamariz, ou a arte de apanhar pássaros na modalidade “armar ao ramo”
(Foto Wikipédia


A cena repetiu-se durante cerca de dezena e meia de anos. Pois bem, logo que o mês de Setembro assomava, desde o ano já longínquo de 1945 até aos finais da década de 50 do século transacto quando a Quinta do Charquinho (e tantas outras) foi desmantelada devido ao derradeiro alargamento do Cemitério de Benfica em 1959 e, também, à construção dos edifícios do actual Bairro da Quinta do Charquinho, o Sr. António, o inesquecível Passarinho-Moni surgia-nos a tocar o sino da Quinta do Charquinho. 

Passarinho-Moni montava as engenhosas, quão fatídicas armadilhas, tanto na Quinta do Sarmento (Quinta do Bom-Nome) e Quinta do Charquinho, como nas terras um pouco mais afastadas de Alfornelos ou Falagueira e ai, sim! Integrado em pleno cenário campestre, o saudoso Passarinho-Moni sentia-se absolutamente livre que nem passarinho e tornava-se verdadeiramente insuperável na original modalidade de “armar ao ramo” onde exibia em toda a plenitude, a vasta gama de segredos do “métier” e as inexcedíveis performances da sua rara e sagaz habilidade, onde avultava paciência ilimitada, a mesma pachorra incomensurável com que instruiu o meu irmão Carlos Alberto nos mecanismos de tão singular ofício.



O pintassilgo-comum ou apenas pintassilgo (Carduelis carduelis), pequena ave fringilídea, comum em toda a Europa, mais abundante nas zonas central e meridional. É uma residente habitual nas zonas temperadas, mas as populações de latitudes mais altas migram para sul durante o inverno (Wikipédia). 


As hastes embebidas em “visco” seriam assentes de modo científico no ramo de oliveira que se fixava no chão restolhado e, juntinho ao ramo, a gaiola (protegida por mero pano branco) que encobria no seu interior, um dos componentes relevantes do método de “armar ao ramo”, o “chamariz”. Depois, o passarinheiro dissimulava-se por perto e pacientemente aguardava os acontecimentos.



Verdelhão comum (Carduelis Chioris), ave fringilídea de contextura similar ao pardal comum, ave de constituição pesada, corpo compacto, cabeça grande e bico grosso de cor osso. Visto à distância parece somente verde. Visto ao perto, poderemos apreciar as suas cores bastante destacadas (Wikipédia


Decorrido breve espaço de tempo, começava o chilreio mavioso do “chamariz” que de imediato, atraía a passarada ao redor. Um pouco desconfiados, aproximavam-se do “canto de sereia” e respondiam do mesmo modo com os seus chilreios, intrigados com a cantoria d’um pássaro que nem sequer conseguiam lobrigar. 

Então, começava a dança. Revoluteavam num verdadeiro rodopio, empoleiravam-se sobre a gaiola e à volta do ramo e, quando dominadas por extrema curiosidade resolviam pousar nas hastes besuntadas de visgo, as frágeis avezinhas já não conseguiam safar-se. O namorico, instigado pelo canto sedutor do “chamariz” acabava de modo absolutamente atroz… 

Enfim, qualquer tentativa empreendida para se libertarem da ratoeira onde caíram, resultava infrutífera. Quanto mais se debatiam, mais se enrodilhavam no “visco” fatal. 
E pronto, rapidamente apanhados à mão, procedia-se sem perda de tempo, à limpeza cuidadosa das penas, patas, etc. por meio de um pequeno trapinho embebido em petróleo.



O lugre (Carduelis spinus), também conhecido pelo nome de pintassilgo-verde, é um pássaro fringilídeo extremamente acrobático, podendo ser visto muitas vezes, pendurado de cabeça para baixo, enquanto procura alimento nas árvores (Foto Wikipédia


Ao calcorrear as ruas da freguesia de Benfica, Passarinho-Moni parecia-nos que andava sempre atarefado, contudo ao atravessar a Estrada de Benfica, acalmava e nunca ousou pisar as linhas dos carros eléctricos. Prudente, apenas alargava a passada, transpunha os carris…e já está. Saltava para o passeio do lado contrário. Quem assistia, comovia-se com tal cena mas abstinha-se de pronunciar o mais leve murmúrio…



Milheirinha, chamariz, serrazina ou grazina (Serinus serinus) é um pequeno pássaro da família Fringillidae. É muito comum em toda a Europa e encontra-se em jardins, parques e matas de coníferas. A plumagem é malhada de castanho-escuro e amarelo. No Verão, o amarelo intensifica-se e a cabeça fica quase completamente amarela. 
(Foto Wikipédia


E lá ia, ensimesmado ou à conversa consigo mesmo, segurando a gaiola envolta num simples pano branco e que ocultava no seu interior o “chamariz” da sua preferência, tentilhão ou pintassilgo, um dos principais argumentos da artimanha com que almejava levar ao ludíbrio a passarada.



O tentilhão-comum (de tintim, vocativo onomástico) é um pássaro de pequeno porte, com cerca de 15 cm de envergadura da família dos Fringilídeos (Fringilla Coelebs), sedentário, de coloração bastante viva e de canto mavioso. É também denominado batachim, chincho, pincha, pintalhão pardal-de-asa-branca, pimpalhão, pardal-dos-castanheiros, chincalhão, pintarroxo e pimpim. 
(Foto Wikipédia)


Sempre que era abordado, Passarinho-Moni, mostrava-se atencioso e irradiava largo sorriso com certa semelhança ao do antigo actor e cantor francês “Fernandel”
Aceitava encomendas de pessoas amigas ou clientes ocasionais e procedia pessoalmente, às entregas dos pássaros solicitados nas moradas indicadas ou transaccionava o produto do seu intenso labor tanto nas proximidades do mercado de levante da Avenida Grão Vasco como, mais tarde e após a sua inauguração em 19 de Outubro de 1971, junto ao Mercado Municipal de Benfica. 

O inesquecível Passarinho-Moni residiu na Rua dos Arneiros (antiga Travessa dos Arneiros), 27 - 1º andar, D.to e sempre na companhia de seus extremosos pais, o Sr. Eduardo (Funcionário Administrativo no Cemitério Municipal de Benfica) e a Sr.ª D. Adelaide. 
Após o falecimento dos progenitores no início da década de 80 do século anterior, Passarinho-Moni foi recolhido por familiares com domicílio nas proximidades da Praça do Chile. Mais tarde, afectado por problemas de saúde, seria internado numa Casa de Saúde na freguesia de Caneças. 
Por fim e nos finais dos anos 80 do século XX, o cidadão António, o renomado o Passarinho-Moni, retirou-se do nosso convívio tendo sido sepultado no Cemitério de Caneças.



Prédio onde residiu o Sr. António “Passarinheiro”, vulgo Passarinho-Moni, Rua dos Arneiros (antiga Travessa dos Arneiros, 27 - 1ºandar / D.to, freguesia de Benfica. 
(Foto do Arquivo de Fausto Castelhano) 


Entretanto, a arte de “armar ao ramo” desapareceu do panorama territorial das chamadas freguesias do “Termo da cidade de Lisboa” após a demolição das inúmeras e belas herdades de rendimento e lazer ocorridas nas décadas de 40/60 do século transacto e que, avidamente foram devoradas pela gula insaciável da massiva, quão brutal expansão urbanística que tudo abocanhou sem apelo nem agravo. 
Todavia, o célebre “Passarinho Moni” permanecerá para sempre no imaginário colectivo da população local tendo deixado uma imensa e terna saudade em todos quantos tiveram o privilégio de conhecer o expoente máximo dos passarinheiros da freguesia de Benfica e arredores. 






** O autor não respeita as normas do Novo Acordo Ortográfico









terça-feira, 21 de janeiro de 2014

DISCUSSÃO PÚBLICA - Alteração ao Plano de Pormenor do Eixo Urbano Luz Benfica





(texto e imagem de Junta de Freguesia de Benfica)






"A Junta de Freguesia de Benfica e a CML reuniram hoje para discussão da Alteração ao Plano de Pormenor do Eixo Urbano Luz Benfica, tendo a JFB apresentado algumas propostas.

A Proposta de Plano de Pormenor do Eixo Urbano Luz Benfica está em discussão pública de 15 de janeiro a 13 de fevereiro de 2014 e pode ser consultada pelos cidadãos no Serviço de Atendimento da Junta de Freguesia de Benfica ou através do link:


A participação dos cidadãos através da formulação de reclamações, observações ou sugestões, deve ser feita por escrito, até ao termo do referido período e dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, utilizando para o efeito, o impresso próprio que pode ser obtido na JFB ou no portal da internet da CML [clicar aqui para obter o formulário].

No próximo dia 3 de Fevereiro a Junta de Freguesia de Benfica e a CML vão promover uma sessão de apresentação e discussão pública deste Plano, onde a população poderá esclarecer dúvidas e colocar questões aos técnicos envolvidos neste projeto. Esta sessão terá lugar no Auditório Carlos Paredes, às 18.30h."