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sábado, 2 de dezembro de 2017

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O "Retalhos de Bem-Fica" no "Diário de Notícias"...









[clicar na imagem para ampliar e ler]







"(...) No Retalhos de Bem-Fica, só sobre a freguesia de Benfica, até quando um animal desaparece é pedida a colaboração dos vizinhos.

(...)

A proximidade aparenta ser, aliás, o fator que mais incentiva os lisboetas a participar. A prová-lo, o bem mais local Retalhos de Bem-Fica, cuja página naquela rede social tem mais de 1700 gostos e é até já mais ativa do que o blogue criado em 2008.
A luta cívica pela preservação das Vilas Ana e Ventura, na Estrada de Benfica, chamou a atenção, mas acabou por ser o 'espírito de comunidade' a principal conquista desde então.

De apelos por animais a publicidade a novos negócios, são diversos os temas que a sua criadora diz serem constantes e populares na página, onde não faltam críticas ao que não corre bem no bairro, onde, graças ao encontro online, os moradores já chegaram a organizar sessões de cinema ao ar livre. 

Nessas situações, assegura ao DN Alexandra Carvalho, 38 anos, aconselha os visitantes a enviarem as reclamações para a junta de freguesia, órgão com capacidade executiva e ao qual muitas vezes pensam - erradamente - que o Retalhos de Bem-Fica está ligado." 













quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"Junta de Benfica entrega ajustes directos a colegas e amigos do PS"




"Junta de Benfica entrega ajustes directos a colegas e amigos do PS"

13.09.2012 - Jornal "Público", Por José António Cerejo

  
Um dos ajustes directos foi para a renovação da escola primária do Bairro da Boavista, que há anos se encontrava degradada Um dos ajustes directos foi para a renovação da escola primária do Bairro da Boavista, que há anos se encontrava degradada (Foto: José Fernandes).

A autarquia socialista entregou três obras, por ajuste directo, a duas empresas com ligações a colaboradores seus e ao PS. Parte dos trabalhos acabou por ser feita por desempregados ao serviço da própria Junta.

A Junta de Freguesia de Benfica adjudicou no mês de Julho duas empreitadas no total de 134.576 euros, por ajuste directo, a uma empresa com ligações ao Partido Socialista. Num dos casos, parte dos trabalhos acabou por ser feita por pessoal
da autarquia. Já neste mandato, a junta contratou também, por 26.400 euros, um membro do secretariado do PS de Lisboa, que dirige as suas obras e trabalha há pelo menos uma década com um dos donos da empresa agora contratada. Um outro ajuste directo contemplou um ex-vereador socialista da Câmara de Lisboa com mais 64.800 euros.


Na manhã desta quinta-feira, a presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Inês Drummond, participou na abertura do ano lectivo na escola primária do Bairro da Boavista, situado entre a CRIL e Monsanto, perto do Parque de Campismo. A cerimónia diz respeito à inauguração das obras ali efectuadas pela junta durante o mês de Agosto - com verbas disponibilizadas pela Câmara de Lisboa - através de uma empresa a quem os trabalhos foram adjudicados por 87.828 euros.

Logo à entrada, a autarca deparou-se com um portão de ferro de grandes dimensões a rodar nos gonzos e que antes das férias mal se conseguia fechar. A sua reparação, que incluía uma intervenção em cinco metros quadrados de betão, constava do caderno de encargos da empreitada adjudicada à Reformact no fim de Julho. O trabalho feito, porém, não inclui qualquer mexida no betão e não passou pela empresa em causa: saiu inteirinho das mãos de um serralheiro desempregado que o centro de emprego pôs a trabalhar na Junta de Freguesia de Benfica e que na semana passada executou os serviços envergando uma T-shirt preta da autarquia.

Quem fez o quê?

A Reformact já tinha saído da obra há vários dias e no local há quem garanta que a mesma pouco mais fez do que pintar o edifício e tapar alguns buracos nas paredes. O caderno de encargos, todavia, obrigava-a a picar as paredes numa área de 400 m2 e a refazer integralmente a argamassa e o reboco nesses locais.

As dúvidas sobre o que a empresa fez de facto com os 88 mil euros que recebeu, que o PÚBLICO tentou esclarecer e que vão muito para lá do portão e dos rebocos, não puderam ser esclarecidas. Inês Drummond, que aceitou visitar o local com o jornalista, nada sabia sobre os aspectos técnicos da obra e não respondeu aos pedidos feitos para consultar os relatórios diários que a empresa e o arquitecto nomeado pela autarquia para fiscalizar os trabalhos estavam obrigados a apresentar. As múltiplas tentativas efectuadas para falar com os arquitectos Miguel Gama, o técnico designado pela junta para fiscalizar a obra, e Nuno Cortiços, sócio com 50% do capital da Reformact, empresa constituída há dez meses, também não tiveram qualquer resposta.

Mas as perplexidades suscitadas pelas relações entre a autarquia e a Refromact ultrapassam o cumprimento ou não do caderno de encargos. A empresa foi contratada por ajuste directo ao abrigo da norma que dispensa os concursos em casos de "urgência imperiosa resultante de acontecimentos imprevistos". Ora a escola estava num estado lastimável há anos e os contactos entre o consultor da junta para as obras, Miguel Gama, e a empresa de Nuno Cortiços tinham-se iniciado mais de um mês antes de o executivo da freguesia decidir, em 19 de Julho, convidá-la a apresentar uma proposta sem consultar qualquer outro empreiteiro.

O convite, enviado no dia 20, referia um valor-base exactamente igual ao que a Reformact apresentara três semanas antes num orçamento remetido a Miguel Gama e que já estivera na base da aprovação pela Câmara de Lisboa, no dia anterior (19 de Julho), de uma transferência de igual montante para a junta pagar a obra. A proposta da empresa, com o valor que já estava no orçamento, mas agora com os preços parcelares correspondentes aos itens do caderno de encargos, foi mandada nesse mesmo dia 20, sendo a adjudicação aprovada pelo executivo a 26 e o contrato assinado no mesmo dia. De acordo com Inês Drummond, foi apenas consultada a Reformact "porque ela se dirigiu à junta e apresentou os seus serviços" e a lei permite consultar apenas uma empresa. Contrariamente ao que é habitual, porém, o júri de três pessoas que fora nomeado para acompanhar o processo não teve qualquer intervenção na apreciação da proposta, nem apresentou qualquer relatório.

Obras na piscina

No próprio dia em que foi designado para dirigir o procedimento relativo à escola e em que foi decidido pedir uma proposta à Reformact, o mesmo júri apresentou, aliás, um relatório respeitante a um outro ajuste directo em que esta empresa também foi consultada. Tratava-se de uma obra de construção civil para requalificação do hall da piscina da junta, tendo a autarquia optado, no final de Junho, por consultar três firmas, com base num estudo efectuado por Miguel Gama, através da empresa Adtempus, de que é proprietário.

Uma das consultadas foi a Reformact, com quem Miguel Gama já estava a tratar da obra do Bairro da Boavista. Outra foi a Hidro-Europa, uma empresa especializada em instalações térmicas à qual a junta adjudicara em 2011 a renovação da ventilação da piscina por 95.500 euros, e a terceira foi um empresário em nome individual. Este último não respondeu e a empreitada foi adjudicada à Reformact, conforme proposto pelo júri, pelo valor de 46.924 euros - inferior em 166 euros à proposta da Hidro-Europa.

As duas empresas não têm qualquer sócio em comum, mas na Hidro-Europa responderam ao telefone que Nuno Cortiços, da Reformact, "não está neste momento", acrescentando que ele pode ser contactado no Atelier das Picoas, uma empresa de que é sócio e cujo Número de Identificação Fiscal consta estranhamente dos contratos celebrados com a Junta de Benfica como se fosse o da Reformact.

Ligações entre arquitectos

Questionada pelo PÚBLICO acerca da forma como a Reformact surgiu na autarquia, Inês Drummond respondeu que a empresa ofereceu os seus serviços "como dezenas de outras" e garantiu que apenas conheceu Nuno Cortiços "a meio de Agosto, durante as obras da escola". De igual modo, negou saber de quaisquer relações entre o arquitecto consultor da junta e o sócio da Reformact, ou entre este e o PS.

Sucede que Cortiços fez parte de um blogue de apoio à candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa, juntamente com a própria autarca de Benfica, Miguel Gama e três dezenas de militantes socialistas. Além disso, Miguel Gama, que tem assento com Inês Drummond no secretariado do PS de Lisboa, tem ligações profissionais há mais de uma década a Nuno Cortiços.

Ambos são professores da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa e trabalharam com António José Morais, um outro professor da mesma faculdade, que está a ser julgado desde esta terça-feira por corrupção no processo da Cova da Beira. Morais, que foi professor de José Sócrates na Universidade Independente, dirigiu o Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna entre 1996 e 2002, departamento onde também trabalhava o actual deputado e presidente do PS de Lisboa, Rui Paulo Figueiredo, e ao qual Gama e Cortiços estiveram ligados.

Miguel Gama, que também trabalhou com Morais no Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça, foi sócio do professor numa empresa de construção civil (Lisparra) e é actualmente coordenador do PS de Carnide, do qual Morais também foi dirigente.A contratação da Adtempus, de que Gama é sócio com a mulher, foi feita pela Junta de Benfica em Fevereiro do ano passado, ao abrigo da mesma norma que permite o recurso ao ajuste directo em caso de "urgência imperiosa resultante de acontecimentos imprevisíveis". O contrato contempla a prestação de apoio técnico às obras lançadas pela autarquia e tinha um valor inicial de 18.000 euros para três anos de serviço - valor que foi aumentado para 26.400 euros já este ano.

Alheio a estas relações, mas também beneficiário de um contrato com a Junta de Benfica, é o advogado Nuno Baltazar Mendes, que foi vereador do PS quando João Soares era presidente da Câmara de Lisboa. A sociedade de advogados que lidera foi contratada em Julho de 2010, igualmente por ajuste directo, para prestar serviços jurídicos à autarquia, durante três anos, por 64.800 euros.

"Orgulho-me da transparência"

"Se há alguma coisa de que me orgulho, é de ter trazido mais transparência a todos os processos de contratação da junta", afirma Inês Drummond. A autarca diz que tem tentado "optimizar os procedimentos", conseguindo "baixar os preços". Quanto à escolha das empresas, afirmou: "Consultamos empresas com quem já trabalhámos e das quais temos referências positivas." E por que é que para a Boavista contactaram apenas uma? "Consultámos a que se nos apresentou."

Empresa ligada a Conde Rodrigues

AJunta de Benfica adjudicou, também em Julho, uma obra de 23.485 euros a uma empresa de que é consultor o ex-secretário de Estado da Justiça Conde Rodrigues (PS) - com o qual Miguel Gama trabalhou no Ministério da Justiça. A empreitada prende-se com a substituição de quadros eléctricos e foi adjudicada à Electrotejo por menos 515 euros do que o preço proposto por outra empresa - mas por um valor bastante superior ao informalmente proposto por outros fornecedores.

Na sequência de várias consultas, a junta solicitou um orçamento à Electrotejo, uma firma de Almeirim, que avançou um valor da ordem dos 40.000 euros. Mais tarde, porém, formalizou uma proposta substancialmente mais baixa (23.485 euros), a qual acabou por ser escolhida.

Inês Drummond começou por garantir ao PÚBLICO que não teve qualquer contacto com Conde Rodrigues, lembrando-se depois de que tinha tido uma reunião com ele, "há cerca de um mês", em que o ex-secretário de Estado lhe apresentou uma proposta - "que não foi aceite" - de serviços de auditoria da empresa Deloitte, de que também é consultor.

Quanto à Electrotejo, assegurou ignorar que ele tivesse relações com esta empresa. Uma administradora da firma admitiu, todavia, uma ligação a Conde Rodrigues, que o próprio confirmou depois. "Presto consultoria à Electrotejo, mas na área das relações com a banca." Quanto aos quadros eléctricos, garantiu que nem sabia que a empresa tinha apresentado uma proposta à junta. "O que não quer dizer que alguém não tenha invocado o meu nome sem o meu conhecimento", frisou o ex-candidato a juiz do Tribunal Constitucional.



ACTUALIZAÇÕES


Comunicado de 15/09/12 da CDU



Comunicado aprovado por unanimidade em Reunião de Junta de 25/09/12



Intervenção de Manuela Prates (CDU) na Assembleia de Freguesia de Benfica de 26/09/12



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Estreia do documentário "A Conversa dos Outros"




(por Alexandra Carvalho)




Direitos de autor da fotografia: "A Conversa dos Outros" (2011)



No passado mês de Outubro de 2011, a convite do blogue comunitário "Retalhos de Bem-Fica", recebemos na nossa freguesia a visita da equipa de produção do programa "A Conversa dos Outros".

Esta série de documentários sobre os bairros de Lisboa vai agora estrear, na RTP2, no próximo dia 15 de Janeiro (Domingo), às 19h; sendo o primeiro episódio dedicado ao bairro de Alvalade.








sábado, 12 de novembro de 2011

A "Conversa dos Outros" em Benfica






(por Alexandra Carvalho)







Vídeo RTP2 (2011)





A "Conversa dos Outros" é um programa-documentário sobre os bairros de Lisboa, que será brevemente transmitido na RTP2.




Fotografia de Miguel Azevedo (2011)



Graças ao "Retalhos de Bem-Fica", conseguimos fazer com que a equipa de produção se interessasse pela nossa freguesia e aqui fizessem a gravação de um dos programas desta série.

Muito obrigada a todos os moradores e comerciantes que, durante os dias 14 e 17 de Outubro, contribuíram para a gravação deste programa!

Muito obrigada à excelente equipa de produção da Buenos Aires Filmes (Miguel, Guillermina, Gonçalo e Raquel) pelo tempo que dedicaram à nossa freguesia!



Ver fotografias do programa gravado em Benfica aqui.








quinta-feira, 7 de abril de 2011

"Câmara de Lisboa processa empresa por falta de obras em vilas históricas"





No seguimento do e-mail da Senhora Vereadora da Habitação, Arqª. Helena Roseta, à Senhora Presidente da Junta de Freguesia de Benfica, com o ponto de situação sobre o caso da Vila Ana e da Vila Ventura...




[clicar na imagem para ampliar e ler a notícia]



Resta ver é se os processos de contra-ordenação irão mesmo avançar!...






domingo, 20 de março de 2011

"Património Abandonado - SOCORRO!!!"




(por Alexandra Carvalho)



Realizou-se ontem de manhã uma Acção de Sensibilização promovida pelo blogue "Retalhos de Bem-Fica" a propósito do Chafariz de Benfica - como forma de festejar a Primavera e, simultaneamente, chamar a atenção para este monumento histórico, votado ao abandono há largos anos, cujo espaço poderia ser utilizado plenamente para fruição da população da freguesia.





Vídeo "Retalhos de Bem-Fica" (2011)



Esta Acção iniciou-se junto à Pastelaria "Nilo", com a distribuição de folhetos alusivos à história do Chafariz, tendo a recepção da maioria das pessoas sido extremamente positiva - chegando, inclusivamente, algumas pessoas a apresentarem-nos felicitações por, finalmente, alguém se ter lembrado de conferir o seu devido valor a este monumento, exigindo que o mesmo seja devidamente limpo e conservado.

Como já vem sendo tradição de outras iniciativas similares, alguns elementos da Tuna da UNISBEN - Universidade Intergeracional de Benfica abrilhantaram esta Acção com a sua boa música e, sobretudo, com muita animação.

A nossa Acção de Sensibilização foi acompanhada por uma jornalista do "Jornal de Notícias", que recolheu no local os testemunhos do Prof. Carlos Consiglieri e de Fausto Castelhano, que falaram, respectivamente, sobre a importância patrimonial do Chafariz de Benfica e de algumas memórias da sua utilização pela comunidade em tempos idos.

Junto ao Chafariz de Benfica, a animação foi constante, com os transeuntes a pararem e juntarem-se a nós, bem como alguns outros que iam assistindo das janelas de suas casas ou das lojas, do outro lado da rua.

Tendo a Acção sido concluída após o Prof. Carlos Consiglieri e Alexandra Carvalho terem proferido algumas palavras a propósito do estado de (falta de) conservação e abandono do Chafariz de Benfica ser uma vergonha para uma freguesia onde o património histórico edificado é já quase inexistente.




"Jornal de Notícias" (20/03/11)

[clicar na imagem para ampliar e ler]




Em nome da organização desta iniciativa, o meu muito obrigada a todos os que tornaram possível esta nossa Acção Comunitária Cívica (vocês sabem quem são :) !

Muito obrigada, também, a todos os habitantes de Benfica pelo apoio e carinho com que nos acolheram!

Uma palavra muito especial, ainda, para o Sr. Daniel Costa (chegaram-me quase as lágrimas aos olhos com a sua generosa oferta, Amigo! Obrigada!) e para os nossos amigos do blogue "Lisboa S.O.S" (por estarem sempre em cima do acontecimento).

Por último, não podíamos deixar de agradecer também, pela compreensão, zelo, e profissionalismo, aos agentes da PSP que, discretamente, acompanharam esta nossa Acção. Obrigada!




****



Nota final de Esclarecimento:

- O "Retalhos de Bem-Fica" é um blogue comunitário, apartidário, onde, porém, fora do seu âmbito, cada redactor é livre de ter e expressar os seus ideias políticos, quaisquer que eles sejam (desde que, logicamente, os mesmos não lesem os direitos humanos).

O que nos interessa, no "Retalhos de Bem-Fica", não é o poder político ou os partidos, mas sim o agir civicamente, com a força que a comunidade de cidadãos possui, em prol de uma melhor vida na nossa freguesia!...

Quem se quiser juntar a nós nesta linha de pensamento, será muito bem vindo!

Contudo, e face a certos boatos (com intenções dúbias, que visam minar o trabalho que temos vindo a desenvolver) que por aí correm na freguesia de Benfica, - não que tenhamos alguma coisa a justificar, mas como temos o hábito de ser muito frontais e honestos -, gostaríamos de deixar bem claro aos nossos leitores, em particular, o seguinte: - a fundadora do blogue "Retalhos de Bem-Fica", Alexandra Carvalho, não se encontra filiada ou associada a qualquer partido do espectro político português actual (não possuindo, por isso mesmo, qualquer tipo de eventuais "telhados de vidro", como os detractores que andaram a espalhar esses mesmos boatos, talvez, desejassem).
Podendo, contudo, e por diversos motivos, Alexandra Carvalho sentir alguma simpatia pelo, recentemente criado, "Partido pelos Animais"... "simpatia" apenas, e não qualquer forma de pertença ao mesmo, OK?!









sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Em directo com a TSF nas Vilas...






[clicar na imagem para aceder ao link da TSF e ouvir a reportagem]


... Em directo, no Noticiário das 18h, ao minuto 05.56.




Fernando Teixeira (morador-inquilino da Vila Ventura) a ser entrevistado por António Pinto Rodrigues (TSF).
Fotografia de Alexandra Carvalho (2010)





[clicar na imagem para aceder ao link da TSF e ouvir a reportagem alargada sobre o Passado da Vila Ana e da Vila Ventura em contraposição com o seu Presente]





Muito obrigada à TSF e ao jornalista António Pinto Rodrigues pelo interesse!

Aproveitamos, também, para agradecer à jornalista Rosa Carreiro, da LUSA, pela excelente peça que hoje fez a propósito do término do prazo para a conclusão das obras de conservação nas Vilas!




Neste final de ano, o Movimento de Cidadãos pela preservação da Vila Ana e da Vila Ventura gostaria, ainda, de agradecer a todos os jornalistas (do "Diário de Notícias", "Jornal de Notícias", "Metro", "Público", "Agência LUSA", "RTP1", "Antena 1", "SIC" e "TSF") que connosco contactaram, não só pelas peças que fizeram a propósito da nossa luta por esta Causa, mas, sobretudo, pela simpatia e cordialidade com que sempre nos trataram!
Muito obrigada a todos/as e votos de um excelente 2011!






terça-feira, 21 de dezembro de 2010

"Bairro da Boavista degradado e isolado"




Lisboa: Moradores acusam câmara de falta de interesse

Bairro da Boavista degradado e isolado

In Jornal "Correio da Manhã"
Ana Carvalho Vacas com LUSA (Rosa Carreiro)


Um dos bairros sociais mais antigos de Lisboa – o bairro da Boavista, situado na freguesia de Benfica – está em avançado estado de degradação e isolamento. Os moradores apontam o dedo à "falta de interesse" da Câmara de Lisboa e da Junta de Freguesia, embora reconheçam que ambas estão muito mais atentas para os problemas.



Fotografia de António Cotrim (LUSA)


No topo das preocupações está o estado das habitações, situação denunciada pelos azulejos partidos, pelas infiltrações de água e pela existência de fendas nos edifícios. Um problema agravado muitas vezes pela falta de responsabilidade e cuidado dos moradores. "A Câmara Municipal está a dar casas a pessoas que as degradam, pondo de parte as famílias de raiz deste bairro", acusa o morador Joaquim Pinto, de 24 anos, denunciando que há muitas casas vazias.

A falta de iluminação é outro problema. No bairro da Boavista há 15 candeeiros apagados. Joaquim Pinto garante que já comunicou a situação à autarquia e que esta lhe disse já ter resolvido o problema. A verdade é que os candeeiros continuam apagados, o que, para os moradores, traduz a falta de atenção da autarquia perante os problemas da Boavista.

A falta de luz potencia outro problema: a insegurança. E para a combater falta policiamento. "Durante a noite, há apenas dois polícias nas ruas", explica o morador, responsável pelo blogue do bairro da Boavista, que em muito contribuiu para chamar a atenção da Câmara e da Junta de Freguesia .

Faltam também transportes, o que impede as pessoas de saírem do bairro. "Os idosos não têm meios para se deslocarem e levantarem as reformas", denuncia.

Além de quererem melhorar a qualidade de vida, os moradores esperam ver reconhecida a importância histórica de um dos primeiros palcos das políticas habitacionais do Estado Novo e dos processos de realojamento das últimas décadas."




A ler no blogue do Bairro da Boavista, as impressões sobre esta visita da LUSA.





sábado, 18 de dezembro de 2010

Acção de Natal nas Vilas





O Movimento de Cidadãos pela preservação da Vila Ana e da Vila Ventura assinalou esta manhã a sua luta com mais uma das acções de sensibilização que mensalmente vinha empreendendo (até Julho deste ano) - uma "Acção-Surpresa de Natal pelas Vilas", visando chamar a atenção da opinião pública em geral para os seguintes factos:

- Durante o mês de Dezembro celebra-se um ano sobre a criação do Movimento de Cidadãos pela preservação da Vila Ana e da Vila Ventura;

- A 31/12/10, termina o prazo estabelecido pela Câmara Municipal de Lisboa para que a empresa proprietária das Vilas conclua as obras de conservação a que foi intimada (sem que estas tenham sequer sido iniciadas).








Esta manhã, junto às Vilas, foram colocados, simbolicamente, vários enfeites de Natal, enquanto a Tuna da UNISBEN - Universidade Intergeracional de Benfica abrilhantou este momento com a sua boa música e elementos do Movimento de Cidadãos distribuíam um folheto-informativo aos transeuntes.

Esta Acção de Natal pelas Vilas teve a cobertura jornalística da SIC, da Agência LUSA e do "Jornal de Notícias" (estes dois últimos meios de comunicação social vêm já acompanhando há bastante tempo a nossa luta).
Agradecemos a todos os jornalistas e repórteres de imagem dos medias citados pelo interesse demonstrado nesta Causa, assim como pela sua simpatia aquando da cobertura da mesma.








Reportagem transmitida no "Primeiro Jornal" da SIC (18/12/10)

[para visualizar a reportagem, clicar até ao minuto 21.50]





Reportagem da LUSA (18/12/10)


[clicar na imagem para aceder ao texto]




Este foi, também, um momento de contacto com a população local e de auscultarmos o sentimento, cada vez mais intenso em Benfica, de que, graças ao nosso trabalho, depois de um ano, as pessoas "apropriaram-se" das Vilas e sentem-nas como suas... como constituindo (o seu) património histórico que desejam ver salvaguardado.

No Movimento de Cidadãos, muito nos sensibilizou a todos a atenção demonstrada por uma senhora de 87 anos, tendo, com entusiasmo, integrado o nosso grupo a dançar, depois de lhe ter sido explicado os objectivos pelos quais ali estávamos (este foi, também, um momento de alegria que nos orgulhamos de poder ter concedido à solidão vivida por mais uma idosa na nossa freguesia).
Foi, também, com muita alegria que recebemos as palavras do Sr. João Pires sobre o nosso trabalho, ao ser entrevistado para o "Jornal de Notícias"; e os contactos do vizinho arquitecto (que connosco quer colaborar) e da vizinha dos prédios das traseiras das Vilas (que ficou de sensibilizar as pessoas do seu prédio para a nossa Causa).
Apenas, assim, unidos e lutando em uníssono, poderemos demonstrar a quem de direito que Benfica não está adormecida na luta pelo (pouco) património histórico material que ainda lhe resta!
Pelo que aqui deixamos a nota a todos que, com a chegada do próximo ano, encetaremos novas formas de luta por esta Causa, tendentes a abranger o máximo de divulgação junto dos habitantes de Benfica.

A Acção foi concluída, após a partida da comunicação social, com um gesto de solidariedade relacionado com esta época, através da oferta de géneros alusivos ao Natal aos 3 Moradores-Inquilinos das Vilas, assim como às 3 pessoas sem-abrigo que, fruto de diversos problemas sociais, se viram obrigadas a procurar refúgio na Vila Ana (as quais procurámos, também, sensibilizar para a necessidade de preservarem o que ainda resta do local onde estão instaladas, assim como de o proteger contra eventuais perigos inesperados que possam surgir).




(Da esquerda para a direita: Cafetaria "Moranguinho", Pastelaria "Monalisa" e UNISBEN)

Direitos de autor das imagens de cada uma das marcas/entidades referenciadas



O Movimento de Cidadãos gostaria de, publicamente, agradecer à Cafetaria "Moranguinho" (Tiago Ferreira e Deolinda Samuel), à Pastelaria "Monalisa" (irmãos Carlos e Fernando) e à UNISBEN (Comissão de Alunos e Direcção), por se terem unido a esta Causa, através da cedência gratuita dos géneros com os quais ofertámos estas pessoas.

Em meu nome pessoal, gostaria, ainda, de agradecer aos 9 outros membros do Movimento de Cidadãos e aos 9 elementos da Tuna da UNISBEN que, nesta fria manhã de Sábado, contra todas as intempéries, permaneceram unidos e empenhados, ajudando a que concretizássemos mais uma belíssima acção de sensibilização.
Os movimentos de cidadãos são constituídos por pessoas e pela riqueza que, cada uma delas, concede aos actos cívicos em que se envolve... por isso mesmo, o meu imenso obrigada a Vocês, pela (importante) partilha que têm dado a esta nossa Causa!



(Alexandra Carvalho)








Actualização de 19/12/10:


Ler aqui a reportagem do "Jornal de Notícias" (de 19/12/10).

Ler aqui a reportagem do "Diário de Notícias" (de 19/12/10), feita com base na peça da Agência LUSA.




sábado, 4 de dezembro de 2010

"Moradores de Benfica lutam pela preservação de vilas históricas perante falta de obras"




:: Lisboa: Moradores de Benfica lutam pela preservação de vilas históricas perante falta de obras
04-12-2010
In Agência Lusa

Lisboa, 03 dez (Lusa) - Os moradores de Benfica (Lisboa) continuam preocupados com a avançada degradação de duas vilas centenárias e a falta de obras, que, por determinação camarária, deveriam terminar este mês. A autarquia apoia a causa, mas diz-se sem dinheiro para intervir.

Ao olhar para os antigos "chalets" concebidos para habitação por uma família portuguesa regressada do Brasil, os membros do Movimento de Cidadãos pela Preservação da Vila Ana e Vila Ventura não conseguem esconder a preocupação pela possível destruição dos dois exemplares da arquitetura das casas apalaçadas e quintas por que Benfica era conhecida no século XIX. Incluídos no inventário municipal, os edifícios, integrados no mesmo lote da Estrada de Benfica, estão agora ocupados por um total de três inquilinos com contratos legais.

"Já não é fácil encontrar casas destas, são verdadeiros testemunhos da História. Há um grande consenso em Benfica para que sejam preservadas", diz Fausto Castelhano, junto ao portão enferrujado da propriedade, lembrando que o problema já motivou uma petição com cerca de 1600 assinaturas.

O representante do Movimento lamenta, em declarações, à Lusa que o abandono a que as vilas foram entregues tenha permitido a sua ocupação temporária por toxicodependentes e sem-abrigo, mesmo depois de o proprietário, a empresa Ormandy Portuguesa, ter entaipado algumas janelas.

Conhecedor do bairro, Fausto encara também com tristeza a possibilidade de as casas serem transformadas em pequenos T1 para arrendamento a custos acessíveis, intenção manifestada pela empresa ao município. "Pensamos que seria mais adequado transformar este espaço num equipamento que servisse a comunidade. Podia ter um uso cultural ou estar disponível para outras atividades do bairro", diz o morador.

A criação de apartamentos pode, no entanto, não passar de uma hipótese, já que, apesar de uma intimação camarária de Maio passado para obras de conservação que deveriam terminar no próximo dia 31, nada foi feito.

Segundo a vereadora da Habitação, Helena Roseta, o proprietário ainda não entregou qualquer projeto de remodelação ou pediu apoio financeiro no âmbito do Regime Especial de Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados (RECRIA), conforme disse ser sua intenção. "Antes de 31 de Dezembro tenho de o chamar e saber o que se passa. Se o proprietário não tomar iniciativa, teremos de fazer uma contraordenação e aplicar uma majoração do imposto municipal sobre imóveis", disse a autarca, numa reunião descentralizada do executivo, na qual o Movimento questionou o processo.

Helena Roseta referiu que, apesar de a Câmara ou os inquilinos poderem avançar com obras coercivas nestes casos, é "muito difícil" que a autarquia o venha a fazer: "Para avançarmos temos de ter cabimento no orçamento".

A Lusa tentou, sem sucesso, obter esclarecimentos da Ormandy.

ROC.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim





sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Castelinhos das Portas da Amadora (?)




(por Alexandra Carvalho)



Ontem à tarde, fui contactada por uma jornalista do "Jornal de Notícias" (que tem acompanhado a luta do nosso Movimento de Cidadãos pela preservação da Vila Ana e da Vila Ventura), indagando-me sobre o que eu pensava a propósito da nova configuração estilo "ilha" dos Castelinhos das Portas de Benfica.

Conversa vai... e a jornalista interroga-me sobre se não haveria em Benfica algum outro movimento de cidadãos, a lutar pela defesa das Portas de Benfica, já que, segundo ela, não se sabia muito bem se os Castelinhos pertenceriam à Amadora ou a Lisboa, uma vez que ambas as Câmaras Municipais reclamam como seu este património (havendo mesmo uma placa sinalética junto a um dos edifícios, assinalando a chegada à cidade da Amadora).

Na ausência do Prof. Carlos Consiglieri (reconhecido olissipógrafo que tem trabalhado sobre a freguesia de Benfica, entre outros assuntos), transmiti-lhe o contacto do nosso amigo e redactor deste blog, Fausto Castelhano, conhecedor acérrimo da história da nossa freguesia.

E eis a reportagem realizada pela Telma Roque no “JN” de hoje (ler aqui).



Fotografia de Rodrigo Cabrita/Global Imagens

[clicar na imagem para ler a reportagem]



Pensamos, muito logicamente, que não existe um movimento de cidadãos a lutar pelos Castelinhos das Portas de Benfica, uma vez que estes sempre foram e serão pertença da freguesia de Benfica e da cidade de Lisboa... pelo que, até à presente data, nenhum cidadão considerou avançar para uma iniciativa cívica desse género.

No "Retalhos de Bem-Fica", enquanto blog comunitário que divulga o Passado e Presente da nossa freguesia, partilhamos, na íntegra, a afirmação de Fausto Castelhano, ao dizer que as pretensões da Câmara Municipal da Amadora sobre os Castelinhos das Portas de Benfica são absurdas.

Senão vejamos…

No século XVIII, praticamente todo o concelho da (futura) Amadora pertencia à freguesia de Benfica.
Tendo o actual território da Amadora nascido da divisão da antiga freguesia de Benfica, cortada pela Estrada da Circunvalação aquando da redefinição dos limites de Lisboa, em 1885-1886.
A Amadora constituiu-se em torno do lugar da Porcalhota, tendo o município sido criado a 11 de Setembro de 1979.

Em Julho de 1885, a freguesia de Benfica foi incorporada na cidade de Lisboa (fazendo, anteriormente, parte do concelho de Belém).
Em 1886, no final da Estrada foram construídas as Portas de Benfica, marcando a fronteira da entrada na cidade de Lisboa.
Para além das Portas de Benfica, no século XIX, existiam outras 25 entradas na cidade de Lisboa

As Portas de Benfica integravam um sistema de controlo das entradas de mercadorias na cidade e de cobrança do imposto designado por Real da Água. Sendo às Portas de Benfica que se efectuava a pesagem dos produtos que entravam na cidade, servindo este edifício como ponto de apoio para a cobrança do imposto atribuído à entrada de mercadorias em Lisboa.

Os Castelinhos das Portas de Benfica foram Posto Fiscal e Delegação das Alfândegas de Lisboa. Em 1996 estavam quase em ruínas, sendo propriedade do Ministério das Finanças.
No edifício sul das Portas de Benfica instalaram-se, em 1997, a Orquestra Ligeira de Benfica e a sede da Associação da Comunidade de São Tomé e Príncipe.
No edifício norte funciona desde 2001 o Centro de Informação "Em Cada Rosto Igualdade" (inicialmente a cargo da Organização Internacional para as Migrações e, actualmente, da Junta de Freguesia de Benfica).

Foi, precisamente, neste Centro de Informação que tive ocasião de trabalhar, aquando da sua abertura ao público, em 2001. E posso reiterar aqui, publicamente, que, nessa altura, a Câmara Municipal da Amadora não tinha ainda pretensões sobre este património, uma vez que era sabido em termos geográfico-políticos que os Castelinhos pertenciam à freguesia de Benfica, sendo apenas o parque de estacionamento nas traseiras pertença da Amadora.

As Portas de Benfica foram dos poucos edifícios que sobreviveram à urbanização desenfreada e desorganizada da zona envolvente. Apesar de, actualmente, terem sido descaracterizados devido à re-organização urbanística envolvente, que adveio da construção da famigerada CRIL.

O que nós, redactores do "Retalhos de Bem-Fica", fregueses de Benfica, consideramos inaceitável é que, motivados por essas mesmas alterações viárias, outros venham agora tentar sequer usurpar o nosso património!!
Os Castelinhos das Portas de Benfica são uma das últimas entradas que restam, do século XIX, na cidade de Lisboa... e não o inverso (ou a sua própria nomeação seria diferente)!




(actualização por Fausto Castelhano)


Fui lá ver!

Por enquanto, as placas indicativas de "Património Municipal" que, presumo, sejam do Município de Lisboa. Mas, se assim não é, a Câmara Municipal da Amadora já conspurcou os próprios edifícios das Portas de Benfica. Como? Afixou no Castelinho do lado esquerdo, uma placa indicativa da Rua Elias Garcia - Município da Amadora, que sempre teve o seu início para lá das Portas.



Fotografia de Fausto Castelhano (2010)



Quanto ao marco quilométrico, não dei com ele mas, tenho bem presente que ele existia mas, para lá das portas e do lado direito, no início da Rua Elias Garcia.



Fotografia de Alexandra Carvalho (2008)



Quanto às obras de pavimentação ao redor do edifício, julgo que é a Câmara Municipal da Amadora ou, então, Estradas de Portugal e no âmbito da conclusão da CRIL, estarão a efectuar esses trabalhos. O melhor será averiguar.
Quanto ao edifício do lado direito, continua afixado a placa da Associação dos naturais de São Tomé com o patrocínio da Junta de Freguesia de Benfica.



Fotografia de Fausto Castelhano (2010)









domingo, 10 de outubro de 2010

As Vilas na Revista "Tabu"







Revista "Tabu" do Semanário "Sol" (01/10/10)

[clicar para ampliar e ler]






domingo, 8 de agosto de 2010

"Post a post se muda a cidade - Blogues locais"




Um excelente artigo no jornal "Público" de hoje, sobre blogs que dão voz aos cidadãos de cada comunidade (em Portugal e no estrangeiro), onde qualquer um pode dar o seu contributo - com "notícias" sobre a rua ou o bairro onde vive.

Clicar nas imagens para aceder aos textos...











É exactamente isto o que pretendemos para este nosso blog comunitário "Retalhos de Bem-Fica"...

É para isso que temos vindo a trabalhar e, brevemente, daremos conhecimento de novas actividades comunitárias que iremos implementar em articulação com o nosso blog e algumas associações e instituições locais.

Até lá, se tiver alguma questão, ideia ou, simplesmente, vontade de participar neste blog ou em alguma das iniciativas que temos levado a cabo, se quiser fornecer informações sobre um acontecimento ou actividade que esteja a organizar na nossa freguesia (Benfica), não hesite e contacte-nos para: palavraseimagens@gmail.com

Muito obrigada!







domingo, 1 de agosto de 2010

"Movimento cívico quer imóveis históricos Vila Ana e Vila Ventura transformados em projeto social"





:: Lisboa: Movimento cívico quer imóveis históricos Vila Ana e Vila Ventura transformados em projeto social (C/VIDEO)
01-08-2010
In Agência LUSA


Lisboa, 01 de agosto (Lusa) -- A preservação das casas histórias Vila Ana e Vila Ventura, em Benfica (Lisboa) está a envolver muitos munícipes da zona que procuram alertar as autoridades para os riscos de degradação dos imóveis.

Os dois prédios históricos comemoram cem anos de existência e o Movimento de Cidadãos pela Preservação de Vila Ana e Vila Ventura, já entregou mesmo uma petição com 1588 assinaturas para recuperar os imóveis.

"O movimento foi criado em dezembro de 2009" porque "soubemos que empresa proprietária das vilas se preparava para as desanexar do inventário municipal do património. O objetivo era demolir e construir novos prédios no local", recorda Alexandra Carvalho, membro daquele movimento cívico.
Concebidos como chalets familiares, os dois prédios têm uma traça apalaçada que remonta ao século XIX e constituem os únicos registos dos imóveis históricos da zona da Estrada de Benfica.

"Já temos uma vitória. A estrutura consultiva do Plano Diretor Municipal avançou que as casas não podem ser demolidas e ficaram em inventário", explica Alexandra Carvalho.

Os imóveis poderão ser intervencionados apenas no interior mantendo a traça original, mas o movimento cívico gostaria de ver as vilas transformadas em equipamentos sociais: "A zona de Benfica tem carência sociais principalmente para idosos e crianças" mas a "informação que dispomos é que os imóveis serão preservados para habitação".

Para quem passa pela Estrada de Benfica, a imagem dos dois palacetes destaca-se na paisagem e são muitos quem defende a preservação.

"Vivo em Benfica há mais de 40 anos. Assinei a petição para ajudar à preservação das vilas" até porque "nos últimos anos tenho assistido à destruição arquitetónica da zona", disse Lídia Varanda, moradora em Benfica.

FYP

*** Este texto foi escrito ao abrigo do no Acordo Ortográfico***
Lusa/ fim








terça-feira, 20 de julho de 2010

"1.500 pessoas defendem Vilas de Benfica"




Caros Amigos e Membros do Movimento de Cidadãos:

no dia 30, no 100º aniversário da Vila Ventura (divulgaremos programa das comemorações em breve), contamos dar-vos mais detalhes sobre estas notícias que foram hoje publicadas...



In Jornal "Público", de 20/07/10

[clicar na imagem para ampliar]



In Jornal "Metro", de 20/07/10

[clicar na imagem para ampliar]






terça-feira, 8 de junho de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Vila Ana e Vila Ventura no "Portugal em Directo" (RTP1)






Imagem de RTP1

Programa "Portugal em Directo" (RTP1), 20/04/10


[clicar na imagem para aceder à reportagem]





Muito obrigada a Inês Drummond (Presidente da Junta de Freguesia de Benfica), aos alunos da UNISBEN e a todos aqueles que estiveram presentes junto às Vilas, na manhã de 2ª feira (19/04/10), para a realização desta reportagem.

O apoio e participação de todos continuam a ser muito importantes nesta Luta!